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Milton Nascimento & Orquestra Metropolitana de Lisboa @ Alameda | Festas de Lisboa 2012

Foto-Reportagem do concerto de Milton Nascimento & Orquestra Metropolitana de Lisboa C/ Carminho, António Zambujo e Ana Moura, no jardim da Alameda, que marcou o encerramento da Festas de Lisboa 2012.
 Agradecimentos | EGEAC
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Fernando Pereira @ Casino de Lisboa


Rodeado de amigos, foi assim que Fernando Pereira celebrou os 30 anos de carreira no Arena Lounge do Casino de Lisboa. Na Lounge Party houve tempo para reviver o passado e celebrar o presente.

Agradecimentos | Estoril Sol
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Portugal x Espanha @ Estádio Sagres | Campo Pequeno


Novamente o Estádio Sagres no Campo Pequeno recebeu a nossa selecção no jogo Portugal X Espanha. Dentro e fora de campo todos torciam por Portugal, neste duelo Ibérico. Cada jogada era vivida com o máximo de intensidade e, quando ao fim do periodo regulamentar e do prolongamento, foi necessário ir para o desempate das grandes penalidades, o estádio todo de pé acreditava que era possível.

A desilusão veio depois, não a desilusão pela selecção, mas por termos ficado pelo caminho quando estávamos tão próximo de alcançar a final. 

Depois da festa terminada, todos os que se deslocaram ao Campo Pequeno demonstraram o orgulho de ser Português e cantaram em uníssono o hino de Portugal.

Algumas imagens da Foto-reportagem abaixo [link para álbum de fotos completo]





DEOLINDA + ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA @ CCB


Na véspera de celebrarem 6 anos passados sobre o primeiro concerto no Cefalopolis, os Deolinda associaram-se à Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) para um concerto diferente, que encheu o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém.

Sob a direcção do maestro Cesário Costa a OML iniciou uma viagem pelo universo de canções dos Deolinda, navegando sobre os arranjos e orquestrações originais de Daniel Schvetz, num barco cuja tribulação era constituída pelo quarteto de músicos: Ana Bacalhau na voz, Pedro Silva Martins e Luis José Martins nas guitarras e José Pedro Leitão no contrabaixo.

Mas nesse barco havia ainda um passageiro "Clandestino", o público, cuja presença foi rapidamente denunciada nos assobios em "Contado ninguém acredita", mantendo-se de forma continuada durante todo o concerto, como foram exemplos as intervenções em "Fado Toninho" ou a mais preponderante, naquele que se tornou um verdadeiro hino, não de uma geração, mas de todo um país: "Parva que sou".

Embora os Deolinda refiram que o que fazem não é fado os temas "O Fado não é mau" e " Canção da tal Guitarra" foram cantados como a tradição obriga, com Ana Bacalhau atrás dos seus «guitarras». E foram poucas as ocasiões em que a cantora  se cingiu a uma zona restrita no palco durante a actuação. Os temas ritmados pedem movimento e nisso Ana Bacalhau já nos habituou, tal como ao seu guarda-roupa que ajuda a criar o movimento e dá cor ao espetaculo que se requer completo, em termos musicais e visuais.

"Nao tenho mais razões" revelou-nos «esta doença só me dá para dançar», doença que aparentemente é bastante contagiosa, pois pela plateia eram muitos aqueles que mesmo restringidos às cadeiras revelavam sintomas desta patologia.

Em noite de São João, não poderia faltar a "Problemática colocação de um mastro" tema em que somos surpreendidos por sons de tambores que atravessam o corredor central da plateia para se juntarem aos restantes músicos em palco. A referência ao «mastro Espanhol» suscitou de novo intervenção do público e não faltaram os «Olés!». As palmas neste momento já eram contínuas e nem temos tempo de intervalo entre as musicas, começando logo de seguida o "Movimento Perpétuo Associativo".

Em apoteose e, quase chegando ao final, surgiu o "Fon Fon Fon" que foi «vivido» intensamente com as referências à musica erudita e ao CCB, não esquecendo a Tuba, com quem a vocalista protagonizou um dueto a que se seguiu o primeiro tombo ao vivo em concertos, felizmente sem gravidade Ana Bacalhau continuou a cantar e provocou um riso nos seus colegas em palco que se estendeu rapidamente a toda a plateia.
Depois de tanta euforia surge a homenagem a Bernardo Sassetti, com Daniel Schvetz ao piano, os semblantes que ainda agora sorriam, modificam-se e é dificil para Ana Bacalhau conter as emoções.
 
Perante o CCB todo de pé os músicos retiram-se logo depois do tema a "Ilha", onde atracaram o seu navio, mas não dão por terminada a viagem voltando a pedido do publico para encerrar novamente com a "Problemática colocação do mastro".
 
O sucesso deste concerto deveu-se em grande parte à forte identidade dos músicos que não se perdeu na fusão de estilos e que resultou no nascimento de novas melodias, únicas e harmoniosas.

Agradecimentos | OML


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Cuca Roseta @ Teatro Tivoli BBVA


"Numa época em que o espírito de «Ser Português» está cada vez mais exacerbado por razões futebolísticas, nada melhor que uma noite de fado para dar continuidade a esta exaltação.
(...)

Na noite em chegou o Verão, e que foi borrifada por alguns chuviscos, dentro do teatro não faltou o calor do estio, quer no palco, quer no público, que encheu a plateia para receber Cuca Roseta e seus convidados: Mário Pacheco, André Sardet, Carlos do Carmo e Pedro Abrunhosa. "



[Reportagem para a IDS | Texto e Fotografia |Vânia Marecos]

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