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Fotografia retirada do site Imagem do som |
Já os tinha ao ouvido o CD, mas vê-los ao vivo é bastante diferente, para muito melhor. O palco parecia um arraial de um qualquer bairro lisboeta, que por vezes com jogos de luzes se transformava em becos mais escondidos e mais reservados, quando o tema pedia uma maior intimidade. Para além dos instrumentos tradicionais lá estavam, como não podia faltar a contra-bacia e a cadeira-bateria.
Tocaram as suas músicas já bem conhecidas, apresentaram também algumas novidades, a lançar futuramente, e ainda versões de temas que já se podem chamar clássicos, como é exemplo o "Killing me softly", o qual, cantado com sotaque francês, estava quase irreconhecível.
Duas horas de música, dança e conversa, sim conversa porque entre cada música era contada uma história era dada uma explicação, exprimiam-se opiniões e sentimentos o que tornou este concerto quase como uma reunião de amigos que já há muito não se encontravam.
Ao cair do primeiro acto, "Nos vamos sair mas se quiserem continuar é só chamarem"- disse Miranda, e eles voltaram um pouco depois para dois encores.